A cidade de São Paulo é reconhecida, mundialmente, pelo caos de seu trânsito. Mesmo assim, a situação tem evoluído de acordo com o ranking mundial de mediação de congestionamentos, o TomTom Trafic Index. O estudo é feito em aproximadamente 300 centros urbanos que possuem mais de 800 mil moradores.

Em 2015, a capital paulista caiu significativamente e passou da sétima cidade mais engarrafada do planeta para o 58º lugar, conforme publicação do site Catraca Livre. Esse progresso ocorreu por causa de melhorias na fluência do transito, além do incentivo ao uso de meios de transporte alternativos, como bicicletas, monociclos e diciclos elétricos.

Ranking mundial de congestionamento

Na lista geral, a Cidade do México é apontada como a mais congestionada do planeta, seguida por Bangkok (Tailândia) e Istambul (Turquia). A cidade brasileira mais problemática é o Rio de Janeiro, em 4ª posição. Salvador (BA), Recife (PE) e Fortaleza (CE) aparecem, respectivamente, em 7º, 8º e 41º lugares

Qual é o método de mediação de congestionamentos?

O levantamento leva em consideração o tempo necessário para um motorista de carro cumprir determinado caminho em horário de pico e em horário tranqüilo, entre às 22h e 5h. A diferença de tempo determina a posição de cada local.

Em São Paulo, a pesquisa mostrou que os motoristas perdem 103 horas parados no trânsito anualmente. Mas, a cidade exibiu um aumento nas políticas de mobilidade urbana, limitação de velocidade, diminuição dos acidentes de trânsito e, consequentemente, na taxa de mortalidade.

O que você pode fazer para melhorar o transito de sua cidade?

Muitos governantes estão investindo em leis para incentivar a adoção de meios de transportes alternativos entre a população. As pessoas podem deixar os carros mais vezes na garagem e utilizar pela bicicleta, monociclos elétricos, patins, skates e até caminhar para locais próximos.

Ao optar por usar um diciclo elétrico, o cidadão faz a sua parte em prol da mobilidade urbana e também da preservação do meio ambiente, uma vez que se os veículos intermodais não emitem gases poluentes.